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sexta-feira

Sem neura com a comida e com o peso



Olá

Os transtornos alimentares são empecilhos para muitas pessoas em sua trajetória profissional. A visão que cada um tem de si nem sempre corresponde à imagem que o outro faz.

Você pode perguntar: "e eu com isso? Não me importo com que os outros dizem!". Bem, quando há muita distorção entre essas imagens, temos um conflito entre o que eu vejo e o que os outros vêem. A autoimagem é que nos move a dietas agressivas, desmotivadoras, sem qualquer outro ganho a não ser a redução (ou aumento) de peso momentâneo. Sem reeducação alimentar nada se mantém; sem mudança no padrão psicológico manter o peso nos padrões desejados passa a ser tortura. São consequências estresse, desequilíbrio emocional, baixos autoconceito e autoestima, sentimentos de incapacidade e frustração constantes, só para citar algumas. Influência direta na felicidade e bem estar!

Já estava pensando neste tema para publicar aqui no blog e, de repente, recebi um exemplar da Revista Itaú Unibanco, edição 35 (junho 2012). Não acredito em acasos. As dicas que vi na matéria traduzem muito do meu pensamento sobre peso e "neuras". A matéria, do mesmo título desta postagem, foi baseada em palestra da nutricionista Prof. Dra. Marle Alvarenga, supervisora do Ambulatório de Bulimia e Transtornos Alimentares do Hospital das Clínicas de São Paulo (Ambulim). Eis o resumo:

1. Diga NÃO à mentalidade de dieta.
Livre-se da ideia de restrições. Na alimentação saudável cabe tudo em porções razoáveis.

2. Honre a fome.
O corpo avisa QUANDO e QUANTO comer. É importante manter a atenção nestes sinais.

3. Veja a comida como uma amiga com quem convive em paz.
A comida é parte integrante da vida, portanto precisa ser vista como algo "do bem".

4. Mude a política alimentar
Criar regras é saudável, por outro lado não transforme radicalmente sua política. Faça adaptações.

5. Sinta a saciedade
O corpo avisa quando está saciado e podemos ignorar, inconscientemente, essa percepção. Evite comer em momentos ou lugares em que a percepção de se alimentar possa ser esquecida, ou seja, seja realizada de forma mecânica: assistindo TV, na frente do computador, no carro, pensando nos problemas.

6. Descubra a satisfação
Comer para ficar saciado não é suficiente. Comer deve ser prazeroso, caso contrário abrirá lugar para a insatisfação.

7. Aceite que problemas e comida não combinam
Usar a comida para compensar emoções difíceis de lidar é um grande equívoco, com consequências drásticas para a saúde física e mental. Ao perceber que a comida está agindo como solução de problemas, a procura de um especialista é fundamental.

8. Respeite o corpo
Nosso principal instrumento não é um ornamento. Individualidade e necessidades devem ser valorizadas.

9. Exercite-se
Atividades físicas prazerosas complementam e estimulam beneficamente.

10. Honre a saúde
Comportamentos e pensamentos saudáveis determinam a saúde.

Foto
Corações de crochê - Dona Organizer

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