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terça-feira

Entrevista - Baixa autoestima propicia vampirização


Olá

Mais uma reportagem do Portal UOL Comportamento, "Baixa autoestima propicia "vampirização". Entrevista concedida à jornalista Heloísa Junqueira de Noronha. A reportagem na íntegra você acompanha a seguir:

- Por que tem gente que parece "sugar" a energia dos outros e se preocupa mais com a vida alheia do que a própria?

Se formos discutir os motivos, creio que teríamos assunto para semanas. Os chamados "vampiros emocionais", consciente ou inconscientemente, querem suprir alguma lacuna, algum "buraco" interior, que como o nome diz, está dentro de cada um e não fora. São pessoas que cobiçam ou "precisam" do valor e sucesso do outro; que "pensam que sugam" as melhores energias do outro para si, mas na realidade isso de nada adianta. A necessidade de descobrir as próprias necessidades, interesses, energias positivas não termina com a sensação de "saciedade" provocada por uma boa prosa ou abraço, por exemplo.


- Na sua opinião a Internet, por meio dos sites de relacionamento (Orkut, Twitter, Facebook, etc.) ajuda a disseminar o comportamento dos "vampiros emocionais" - gente que se preocupa mais em vasculhar a vida alheia do que a própria.

A disseminação, assim como a fofoca, depende de um fator: a multiplicação. A fofoca só existe porque alguém dá ouvidos a um comentário e passa à frente. Os vampiros emocionais só existem porque permitimos que nossa energia seja "sugada". Pode não ser fácil manter certo afastamento ou, principalmente, formar sua própria blindagem contra esse fenômeno, mas é perfeitamente possível.


- Que sugestões você daria para quem tem esse tipo de atitude?

Dificilmente alguém se reconhece como vampiro emocioal; quando isso acontece digo que já é 50% da "cura". Perguntas importantes devem ser feitas: Por que me sinto tão bem ao lado de fulano? Será que "absorvo" a energia positiva dele? E quanto à minha, como esstá? Por que preciso da energia do outro, de sua "intensidade", de seu bem-estar, de sua capacidade de levantar e seguir em frente? Se me sinto incapaz, qual o motivo?


- No ambiente de trabalho, é comum encontrarmos tipos egoístas, invejosos, falsos, mesquinhos... Como neutralizar o comportamento de cada um deles?

Volto à questão da fofoca. Quanto menor a multiplicação, melhor. Isso inclui cometários entre os colegas do tipo "aquele cara tá sempre me sugando!" Voltar-se para si, imaginar-se e sentir-se protegido. A técnica da visualização criativa pode ajudar bastante: mentalizar um círculo ou forma oval circundando todo o corpo; a cor roxa é importante, porque é a cor da transmutação, ou seja, a energia que chega é sempre transformada em energia positiva e volta para o astral. Essa mentalização deve ser feita antes do início do dia de trabalho, já antes de sair de casa. Sempre que possível, durante o dia, "rever" interiormente essa "fotografia".


- Como lidar com chefes tiranos e opressores?

Compreender os motivos pelos quais agem dessa forma, para mim, é o primeiro passo. Dependendo da resposta pode-se agir de uma forma. Porém a compreensão em primeiro lugar, acredito, ser o início de tudo. Quando nos interessamos genuinamente por alguém, esse alguém sente e valoriza. Quem não conhece líderes tiranos com uns e superamigos com outros? Por que será?


- Como lidar com gente que fala sem parar e nunca dá espaço para o outro expressar sua opinião?

Aguarde uma respiração e expresse sua opinião. Se ainda não for possível, literalmente peça a palavra, sempre com educação e cordialidade. Se ainda não der certo, é preciso esclarecer que todos têm direito a ouvir e serem ouvidos, e não somente alguns. Possivelmente o "falante" vai ficar melindrado e se afastar, mas é por pouco tempo, principalmente se você for um bom ouvinte.


Bjoks e até!

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